Vinho – A evolução dos vinhos chilenos

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Semana passada tive a oportunidade de participar de uma degustação promovida  pela Wines of Chile e organizada pela CH2A com seis vinícolas  ultrapremium chilenas. O grande diferencial deste evento foi que todos eles foram degustados com duas safras que tinham no mínimo dez anos de diferença entre eles.

Quem conduziu a degustação foi o especialista Patricio Tapia, autor do guia Descorchados, principal publicação de vinhos do Chile além da presença de quatro enólogos das seis casa produtoras que vieram exclusivamente para o evento como Cecilia Torres (Viña Santa Rita), Gustavo Hormann (Viña Montes), Angélica Carrasco (Viña Lapostolle) e Ana Maria Cumssille (Viña Altair).

Foi muito interessante degustar estes 12 vinhos e comprovar o potencial de guarda após dez anos que ainda pode ser prolongado. Dois rótulos me surpreenderam, o Clos Apalta 2002 e o Altair 2002 que nem pareciam ter o tempo de envelhecimento  indicado no rotulo.

Esta experiência comprova a qualidade do vinho chileno e principalmente que o pais está no rumo certo para a criação de grandes vinhos que quem sabe poderão aguentar 15, 20, 25 anos.

Os vinhos degustados foram:

– Altair safras 2002 e 2010

– Don Melchor safras 1996 e 2010

– Don Maximiano Founders Reserve safras 2000 e 2010

– Clos Apalta safras 2002 e 2010

– Montes Folly sarfas 2000 e 2010

– Casa Real safras 2002 e 2010

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