Diario de Viagem – Douro (Portugal) – Dia 3

Diario de Viagem - Douro (Portugal) - Dia 3

Dando continuidade a viagem o terceiro dia foi dedicado a duas quintas.

Quinta do Panascal –  Local de produção do Porto Fonseca que pertence a outro grupo británico o Taylor Fladgate & Yeatman. A Quinta do Panascal foi em 1992 uma das pioneiras ao abrir as portas para o Eno-Turismo. Ela tem um sistema de áudio-tour com duração de até 30 minutos que permite ao visitante desfrutar de um cenário paradisíaco.

Quem nos recebeu e conduziu a degustação de vinhos foi Fernando Seixas Gerente de Vendas e Marketing responsável pelo mercado da América Latina. Entre colheitas e vintages um vinho me chamou a atenção o Porto Fonseca Terra Prima produzido com uvas de agricultura biológica o que mostra a preocupação do grupo com o manejo e cuidado da terra.

Durante o almoço uma outra agradável surpresa, o drink Siroptimo – Vinho do Porto Branco extra seco com água tônica.

Mais informações – http://www.fonseca.pt

**********

Quinta do Crasto –  Esta quinta fica na margem direita do Rio Douro, entre a Régua e o Pinhão. Ela tem uma das mais belas vistas do Douro e pertence a família Roquette há mais de um século.

O Crasto, do latim castrum que significa Forte Romano, tem uma grande produção de vinhos do Douro, bem maior do que Porto (LBV e Vintage). Nos vinhos do Douro um destaque especial para os vinhos produzidos em parcelas únicas como o Vinha da Ponte e a Vinha Maria Teresa, um pequeno pedaço de terra que fica ao lado da casa principal e vinícola e produz vinhos excelentes.

Grandes investimentos nos últimos anos fizeram modificações nas vinhas e instalações de vinificação como a sala de barricas que atualmente conta com um sistema de suporte de barris que podem girar 360 graus sem tocar nos outros. Alem de facilitar a movimentação dos barris é possível fazer a Bâtonnage (agitação do vinho para levar a superfície as borras que se depositam no fundo das barricas) sem ter que abrir o barril.

Ah, uma outra coisa que vale a pena mencionar foram as Alheiras (um tipo de linguiça típico da culinária portuguesa cujos principais ingredientes podem ser carne de aves, pão,azeite, banha, alho e colorau) grelhadas que comi no Crasto. Espetaculares.

Mais informações – http://www.quintadocrasto.pt/

Tags: , , , , ,

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: